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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013
Opinião sobre "Noite de Reis" de Trisha Ashley

Sinopse:

O Natal sempre foi uma época triste para a jovem viúva Holly Brown, por isso, quando lhe pedem para cuidar de uma casa remota nas charnecas do Lancashire, a oportunidade de se esconder é irresistível - a desculpa perfeita para esquecer as festividades.

Escultor, Jude Martland, decidiu que este ano não haverá Natal depois de o irmão ter fugido com a sua noiva, e faz questão de evitar a casa da família. No entanto, terá de voltar na Noite de Reis, quando a aldeia de Little Mumming celebra as suas festividades e toda a família é obrigada a comparecer.

Enquanto isso, Holly começa a descobrir que, se quer evitar a Natal, veio para o local errado. Quando Jude regressa inesperadamente na véspera de Natal não fica nada contente ao constatar que Holly parece estar a organizar a festa de família que ele esperava evitar.

De repente, uma tempestade de neve surge do nada e toda a aldeia fica isolada. Sem fuga possível, Holly e Jude encontram muito mais do que esperavam - parece que a quadra natalícia vai ser bastante interessante!

 

Opinião:

Resolvi comprar este livro porque, gostei da sinopse e estávamos a entrar no espírito natalício, porém depois de ter dado ok à encomenda, comecei a ler opiniões sobre o livro anterior da autora e devo admitir que fiquei... "Apreensiva" com o que vinha por ai. Que livro iria ser este.

Acabada de sair do torvelinho de emoções que foi o livro da Lara Adrian, "Cinzas da Meia-Noite" com o alemão irresistível Andreas, o qual li num abrir e fechar de olhos, resolvi pegar neste com a esperança que leva-se um pouco mais a ler, já que estamos em crise e os livros são tem o preço de um quilo de bananas, mas o tiro saiu-me pela culatra e o que queria que durasse 5 dias, durou 3! O que fazer? Nada!

 

Não vou dizer que é supra sumo da literatura, que é dos melhores livros que já li, o que estava a mentir mas é um livro bastante agradável, que gostei, achei a escrita da autora muito boa e suave, porém não deixou de ser em determinados momentos, engraçada e até mordaz.

A história é contada na pessoa de Holly Brown, passada entre a semana anterior ao Natal e o Dia de Reis. Personagens todas elas bem construídas, até a mimada, irritante, infantil Banana, quer dizer Coco!

Holly, é uma mulher que foi criada de uma forma muito peculiar, que amou, perdeu e tem uma certa dificuldade com a época do Natal, amável, amiga, carinhosa mas com uma língua afiada e uma personalidade muito forte, é esta mesma personalidade que a leva a entrar em rota de colisão com Jude, um homem enorme, como ela tão bem o caracteriza, parece o "homem das neves", de um temperamento difícil, e mau humorado porém no meio da tanto mau humor, de rugidos e mostrares de dentes, gostei dele, assim como gostei da família fofa que ele tinha, até do irmão que tinha a mania que nenhuma mulher lhe resistia.

 

Devo revelar que no decorrer do livro, outra autora me veio à menória, este livro tem o seus rasgos de bom humor é verdade mas a relação dos protagonistas é um tanto ou quando parecida com os da autora Jill Mansell, quem conhece a Jill saberá o que estou a referir.

O único ponto que menos gostei foi a demorar no desenrolar da história, porém como gostei das personagem, até esse ponto menor superei bem, assim como a autora ser muito descritiva, para quem não gosta de muitas descrições, esse pode ser um ponto negativo.

 

Conclusão, um livro que nos faz passar umas boas horas, boas personagens, boa escrita... Recomendo, para aqueles dias de frio, sentada(o) numa sofá, com uma manta muito quentinha e uma bela chavena de chocolate quente.

 

Em 5 estrelas, dou 4.

publicado por Titinha às 18:49
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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013
Opinião sobre "Cinzas da Meia-Noite" de Lara Adrian

Sinopse:

Quando cai a noite, Claire Roth foge de casa, impelida por uma feroz ameaça que parece ter saído do próprio inferno. Então, de entre as chamas e as cinzas, aparece um guerreiro vampiro. Ele é Andreas Reichen, o seu antigo amante, agora um estranho consumido pela vingança. Apanhada no fogo cruzado, Claire não pode escapar da sua fúria selvagem, nem da fome que a arrasta para o seu mundo de eterna escuridão e infinito prazer.

Nada impedirá Andreas de destruir o vampiro responsável pelo massacre dos seus irmãos de Raça… mesmo que isso signifique utilizar a ex-amante como isco na sua missão mortífera. Ligada pelo sangue ao seu perigoso adversário, Claire pode conduzir Andreas até ao inimigo que ele procura, mas é um caminho repleto de perigos… e de profundos e inesperados prazeres. Pois Claire é a única mulher que Andreas não deve desejar, e a única que amou. Inicia-se assim uma perigosa sedução que dilui a linha que separa presa e predador e aviva as chamas de uma ardente paixão que pode consumir tudo no seu caminho...

 

Opinião:

Ainda não vos tinha falado e dado a opinião sobre esta série, não sou muito de livros baseados no género fantástico mas tenho as minhas autoras preferidas.

Quando apareceu a "moda" de ler livros sobre vampiros, resolvi experimentar.

Primeiro com a Sherrilyn Kenyon porém esta aborda um estilo de "vampiro" diferente, até que me foi dado a conhecer a Lara Adrian e com ela colmatei o lacuna "vampiros" e fiquei completamente rendida a esta autora.

 

Vou falar muito por alto da série. Esta baseasse como já referi num grupo de vampiros, homens grande, bonitos, cheios de músculos e másculos. Nesta série acontece aos vampiros tudo (ou quase) o que estamos habituado a ouvir e a ler, só bebem sangue, morrem ou ficam queimados se estiverem ao sol, só o alho e a água benta é que não lhes faz nada.

São extremamente sexuais, principalmente quando encontram a sua companheira de raça, uma mulher humana que tem um sinal de nascença (uma lua em quarto crescente com uma lágrima). Só mulheres com este sinal podem dar a luz um filho, sempre do sexo masculino, pelo menos até onde eu li da série. Quando encontram a sua companheira, são lhes fieis, bebem somente do sangue delas, assim como elas do deles, mantendo-se jovens e vivendo tanto como o seu vampiro. Todas as companheiras de raça tem um dom especial, assim como os guerreiros, esse dom é dado pela mãe.

 

Até este momento foram editados em Portugal 6 livros:

"O Beijo da Meia-Noite", Lucan, guerreiro da 1ª geração de vampiros, o chefe da Ordem e Gabrielle, fotografa, vê sempre o vampiros, não conseguem apagar-lhe a memória.

"O Beijo Carmesim", Dante, guerreiro da Ordem, tem o dom de ver o futuro e Tess, veterinária, tem o poder de corar com as mãos.

"O Despertar da Meia-Noite", Tegan, guerreiro da 1ª geração de vampiros também faz parte da Ordem, tem o poder de sentir tudo só pelo toque das suas mãos e Elise, consegue ouvir tudo o que os outros pensam, principalmente humanos.

"Ascensão à Meia-Noite", Rio, guerreiro da Ordem e Dylan, jornalista, tem o poder de ver pessoas mortas.

"O Véu da Meia-Noite", Nikolai, guerreiro também da Ordem e Renata, "segurança", o seu poder é atacar mentalmente os vampiros da Raça.

Peço perdão mas não consigo me lembrar do poder de Lucan, Rio e Nik.

 

"Cinzas da Meia-Noite"

A personagem masculina já tinha sido apresentada no livro do Tegan, Andreas Reichen alemão, macho de uma excelente aparência, lindo, sofisticado e de um grande glamour, de todos os guerreiro que conheço até este momento, Andreas é o mais charmoso de todos. Não faz parte dos guerreiros da Ordem mas trabalha para eles, coopera com eles sempre que é necessário, vive é o chefe de um dos Refúgios civis da Raça. Neste livro, deparo-me com um Adreas completamente diferente, perde a maior parte do seu glamour e torna-se um bad boy (amei), no sentido literal da palavra... Um homem de fogo!

Digo simplesmente que, adorei esta faceta do Andreas, ficou no top a par do Tegan, como os machos da Raça que mais gosto.

A personagem feminina, Cleare. Foi antiga amante do Andreas mas acaba por ser deixada por ele, casando com o seu maior inimigo. Gostei muito dela mesmo que no início do livro, numa determinada situação tenha tido vontade de apertar-lhe o pescoço mas depois compreendi o motivo, passei por cima e revelou-se uma excelente companheira a par da também companheira do Tegan, a Elise.

Não querendo desvendar muito, digo somente das 6 companheiras, a Cleare e a Elise foram as únicas que saíram atrás dos seus machos quando eles corriam perigo.

 

Conclusão... Um excelente livro, viciante, explosivo, com a escrita maravilhosa da Lara Adrian, para mim "O Despertar da Meia-Noite" e "Cinzas da Meia-Noite" são os melhores livros dos que já li da saga.

 

Em 5 estrelas, dou-lhe 5... Recomendo, recomendo e recomendo! "Fabulástico".

publicado por Titinha às 14:29
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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013
Opinião sobre "Na Cama com um Highlander" de Maya Banks

 

Sinopse:

Ewan, o mais velho dos irmãos McCabe, é um guerreiro decidido a destruir o seu inimigo. Agora que o momento é ideal para a guerra, os seus homens estão preparados e Ewan quer reaver aquilo que lhe pertence – até que uma tentação de olhos azuis e cabelo negro se atravessa no seu caminho. Mairin pode muito bem ser a salvação para o clã de Ewan, mas, para um homem que sonha com vingança, as questões do coração são um território desconhecido a conquistar.

Mairin é filha ilegítima do rei e é senhora de propriedades valiosas que a obrigaram a esconder-se e a desconfiar do amor. Os seus piores receios acabam por acontecer quando é salva do perigo mas depois obrigada a casar com o seu salvador, Ewan McCabe, um homem carismático que está habituado a mandar. Mas a atração que sente pelo seu novo marido fá-la desejar o seu toque; o seu corpo ganha vida com a mestria sensual dele. E à medida que a guerra se aproxima, as forças, o espírito e a paixão de Mairin obrigam Ewan a derrotar os seus próprios fantasmas e a entregar-se a um amor que significa mais do que a vingança e a terra.

 

Opinião:

Olha-se para o nome, e pensamos logo que é um nome sugestivo, sim... Sim... Sugere, e tem realmente o que sugere tão "inocentemente" o título, cama e tudo o que se pode lá fazer, como comer pipocas enquanto se vê um filme. Deixo ao critério de cada um(a), o estilo de filme.

Deixando o filme de lado e voltando ao livro, quando li a sinopse fiquei com alguma curiosidade mas também fiquei com os dois pés atrás por se um livro de época, o qual tão bem sabem e se lembram, tenho uma quase urticária, porque não gosto da submissão das mulheres naquele tempo, nem da prepotência dos homens, que julgavam que a mulher era sua propriedade, a qual tinha que obedecer mesmo que eles a manda-se fazer o pino contra a raiz de uma cenoura!

Devo confessar que tive que respirar profundamente, contar até 10 e lembrar-me da época do livro várias vezes, para não "entrar" livro a dentro e dar uma "pórrada" ao Highlander.

Contudo, depois de realizar o meu momento "Zen", continuei a ler. E sabem que no meio de todas as frases, as palavras e letras, gostei do livro. Gostei mesmo.

 

A escrita da Maya Banks é fluida, bem escrita que nos faz "devorar" as páginas, só tenho que criticar um pequeno ponto, porém aqui não é culpa da autora mas da editora que neste caso é a Bertrand. E devo agradecer à Patrícia Lopes por me relembrar de algo que me tinha esquecido, a forma muito particular e carinhosa que os Highlander's tratavam as suas mulheres, de "moças", tal nome nunca me fez confusão nos livros da KMM porém aqui a repetição para palavra rapariga, estava a dar-me nos nervos, e perguntava-me porque é que o Ewan não tratava a Mairin pelo nome, depois do esclarecimento vi que a editora fez uma tradução péssima nesse aspecto, retirando a beleza da fala/escrita dos Highlander's! Nota negativa para eles.

 

As personagens... Ewan, carrega aos seus ombros a responsabilidade do seu clã e Mairin o de ser filha ilegítima de um Rei.

A personagem masculina, corresponde à imagem que tinha dele quando li a sinopse, mandam, orgulhoso, machão, tudo o que os homens eram naquele tempo porém teve um acto que me deixou de cabelos em pé. Não concebo nem naquela época a humilhação de uma pessoa, mais ainda se ela é a própria mulher, mas redimiu-se desse acto quando Mairin voltou a criar confusão.

Houve uma situação que achei engraçada, depois de descobrir que amava a mulher, não conseguiu ser o primeiro a dizer "amo-te" parecia que ao ser o primeiro, perdia a sua imagem de macho. A Miarin tinha que se render primeiro ao "ama-te" para ele retribuir, já naqueles tempos os homens pensavam com a sua masculinidade! 

A personagem feminina, achava que iria ser mais rebelde, faz-lhe frente é certo, não cumpre muitas das ordem mas achei que ela tinha uma certa venerabilidade e acho que senti mais porque a palavra "rapariga" estava em cada frase do Ewan, levando à sensação que ele a tratava como uma criança e não como uma mulher. Sei que ter passado 10 anos num convento dá os seus frutos, e com isso teve uma educação mais "retraída". O que ri com ela e com o não ser decente beijar de língua. Porém fervia em pouca água e revelou-se uma grande mulher, pois passou por muitas dificuldades.

 

Conclusão, aconselho o livro, é bom, quentinho e tem acção... Diz na contracapa que é erótico, não é inocente é certo mas o seu principal personagem não é o sexo, o que me agradou bastante... Recomendo...

Em 5 estrelas dou-lhe 4!

publicado por Titinha às 18:39
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